Agora fica um quê de tensão e incerteza brutal, por favor, continue. O ambiente, a atmosfera que pode se seguir é inquientante! (Mais uma mensão as mscss q vc coloca sempre muito bem selecionadas)
Esse trecho me deixou com uma sensação estranha no corpo, como se tudo ali estivesse sempre a um passo de perder o eixo.
Tem uma tensão que não é só narrativa, é física mesmo. Os corpos não se encontram em calma, eles se atravessam em estados de excesso: culpa, desejo, violência, submissão, comando. E nada disso parece resolvido, tudo continua a pulsar mesmo quando muda de cena.
O que mais me pega é como ninguém ali parece totalmente dono do próprio gesto. O Bango especialmente vive num lugar de entrega e ruína ao mesmo tempo, como se estivesse sempre pedindo para ser atravessado por alguma coisa maior do que ele. E isso deixa tudo com uma sensação de vertigem contínua.
E ao mesmo tempo, existe uma frieza no mundo que envolve eles, como se o ambiente não julgasse nada, só seguisse. Isso cria um contraste inquietante: por dentro tudo explode, por fora tudo continua funcionando.
Fica uma sensação de desconforto bonita e pesada, como se o texto não quisesse só contar uma história, mas mostrar o que acontece quando o corpo já não acompanha mais a própria narrativa.
E dá pra sentir isso no teu artigo. Ele deixa umas coisas ecoando depois da leitura, sabe? Gosto quando um texto consegue provocar sensação além de só passar informação. Obrigada por compartilhar 🫶🏻
Agora fica um quê de tensão e incerteza brutal, por favor, continue. O ambiente, a atmosfera que pode se seguir é inquientante! (Mais uma mensão as mscss q vc coloca sempre muito bem selecionadas)
Muito obrigado pela leitura, é bom saber a sua opinião, comentários são muito bem vindos!
Esse trecho me deixou com uma sensação estranha no corpo, como se tudo ali estivesse sempre a um passo de perder o eixo.
Tem uma tensão que não é só narrativa, é física mesmo. Os corpos não se encontram em calma, eles se atravessam em estados de excesso: culpa, desejo, violência, submissão, comando. E nada disso parece resolvido, tudo continua a pulsar mesmo quando muda de cena.
O que mais me pega é como ninguém ali parece totalmente dono do próprio gesto. O Bango especialmente vive num lugar de entrega e ruína ao mesmo tempo, como se estivesse sempre pedindo para ser atravessado por alguma coisa maior do que ele. E isso deixa tudo com uma sensação de vertigem contínua.
E ao mesmo tempo, existe uma frieza no mundo que envolve eles, como se o ambiente não julgasse nada, só seguisse. Isso cria um contraste inquietante: por dentro tudo explode, por fora tudo continua funcionando.
Fica uma sensação de desconforto bonita e pesada, como se o texto não quisesse só contar uma história, mas mostrar o que acontece quando o corpo já não acompanha mais a própria narrativa.
Bjo mariii 🌷, agora preciso ir ler o anterior 🥹
Amo feedbacks, é ótimo saber o que meu romance pode causar, muito obrigado por ler!
E dá pra sentir isso no teu artigo. Ele deixa umas coisas ecoando depois da leitura, sabe? Gosto quando um texto consegue provocar sensação além de só passar informação. Obrigada por compartilhar 🫶🏻